9 de julho de 2010

Um xícara e mais...

O que há além do grão?

E os grilos da consciência,
fazem dentro de mim
seus discursos...
Fabricando letras não domesticadas
e vórtices,
que movimentam
meu desejo
de mais roupas rasgadas por ti.
Nos canteiros da pele,
uma vaidade irrefreável
dos teus poros...
Uma alvenaria,
de redenção contruída
pela intenção tácita
de coar
vontades. 
Intenção servida quente.

"Esnobar
É exigir café fervendo
E deixar esfriar"
[risos]

5 comentários soprados.:

Michele P. disse...

Angélica

Apaixonei-me pelo poema.
Antes de ver a imagem da xícara e o título que faz referência a ela, fiz outra interpretação. Mas relendo com calma, percebi uma segunda linha de entendimento.
O dúbio sentido tornou-o encantador.

Um abraço!

Valéria Sorohan disse...

Que intenso. Mais café??..rs
Angélica, estou de casa nova e espero sua visita, você me encontra agora no Rasuras

BeijooO* te aguardo!

A Céu disse...

Minha nossa!! isso que eu chamo de café coado!
Amei!

Beijos e cheiros!

Marcio Nicolau disse...

"Esnobar
É exigir café fervendo
E deixar esfriar"
[risos]

Amei isto.

Cacau Loureiro disse...

Sempre um gole a mais, uma xícara a mais, uma saideira que nunca se permite ir... parabéns! bj

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