28 de fevereiro de 2010

Expressão

Só consigo imaginar sentindo.
(principalmente imaginar o que me faz sorrir)
Eu posso imaginar você!

Meu rosto é o abrigo de tudo que arde em meu coração. Se estou triste, empalideço minha feição. Quando me alegro, meu rosto ganha uma imagem caleidoscópica e divertida. Sou pura explosão do que ecoa em  minha vida. Meu sorriso é praticamente uma dança soprada no ar, como quem deseja despertar e fazer o coração bocejar.  Não há lugar melhor para abrigar a lágrima que chove quando é preciso, até meus olhos poderem entornar o meu  melhor sol e riso.  Há dias, que colho olhares regados de ida,  em outros  fecho os olhos em colheita de despedida. Gosto quando há preliminares de riso, os olhos brilham com pulsação acelerada,  até a emoção estar  finalmente acordada.   Em meus olhos as coisas saem do terreno imaginário, encontram também o avesso e o contrário.  Nem sempre a vida vem embrulhada pra presente e muitas vezes  precisamos transformar os personagens dos contos de fada, em gente. Gosto de caminhar devagar  para saber o que sinto e para onde vou, em meus olhos você certamente saberá como estou.

Inesperado

Há situações inesperadas
que chegam sorrateiramente
Mas que fazem uma enorme diferença
 na vida da gente.
O inesperado é surpresa
É imprevisto
Tiram da gente à ilusão do controle
Mesmo assim eu insisto:
Vale  risco!
=)

S.O.S


Tenho "crises de abstinência"
vem pra cá
é uma total
EMERGÊNCIA!
[risos]

www.

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24 de fevereiro de 2010

Razão e motivo



Procurando a razão
para o que teu sorriso me fez
Acabei por achar o motivo da tua timidez

Teu sorriso é tão envolvente
que a palavra não deseja sair da tua boca
nem pra dizer o que sente.

23 de fevereiro de 2010

Cheiros: Uma leitura sem visão.

Há cheiros que enviamos e outros que guardamos. Alguns são quase um olhar lapidado à distância. Há cheiros que vão e voltam nos trazendo esperança. Outros repousam no passado e deitam-se nas letras para tornar-se história. São àqueles que ficam quietinhos na memória. Há também os que nos dão sede, nos dão vontade de rede e denguinho. São àqueles que possuem desejo de ninho. Alguns nos levam a relembrar e até transportam nossa alma para outro lugar. Há cheiros preferidos de sentir. Outros são de emoções que voltam, mas que precisam partir. Há cheiros que  falam de tudo, ajudam os cegos e deixam certas pessoas, (risos)...Mudo! Citarei alguns cheiros que me vieram à lembrança: cheiro de banho tomado  e do café que acabou de ser coado; cheiro de terra molhada e àquele cheiro da pessoa amada;  cheiro de mar e o cheiro inconfundível do nosso lar; cheiro de pipoca estourando e de churrasco assando;  cheiro de bebê e do livro que a gente lê; cheiro de bolo quentinho e do feijão temperadinho; cheiro de incenso gostoso e daquele bolo delicioso; cheiro de rosas no jardim e o cheiro inconfundível do jasmim; cheiro da tela que estamos pintando e do perfume que estamos usando. Cheiro de camomila para acalmar e de angélica para aproximar. É, acho que vou parando por aqui.  Há cheiros que  ainda estão por descobrir. O meu cheiro é a pegada que te deixo para seguir...

Infindáveis cheirinhos...

22 de fevereiro de 2010

Primeira-feira

Hoje é segunda-feira? Meu Deus, como foi que eu fui perder a primeira-feira?
  Mário Quintana

19 de fevereiro de 2010

In(esperado)

Eu me abandono à normalidade dos dias por um impulso de sobrevivência... Gosto mesmo é do que é inusitado, do que  me faz tocar nas coisas sem alcance, do que empresta novo significado ao meu sorriso. Gosto do que aumenta o rítimo da pulsação e que em vez de calma coagida,  traz o amolecimento por exaustão.  Prefiro as palavras inquietas do texto aflito por emergir, do que morrer por excessos e por adiamento. Gosto de inundação de afagos, das idiossincrasias e da conversa silenciosa que tudo diz. Sinto-me bem quando chove saudade e estia encontro. Gosto da generosa convivência dos meus dias inabitáveis, com a vontade de seguir em par. Gosto do meu lar, de abrigar acertos ensolarados e  de ter sombra quando chego. Agrada-me à comunhão com as cores, o lirismo que só a arte possui e tudo que me liberta do vazio sem escolha. Causa-me sorriso os bilhetes inesperados, a obstinação de curar as urgências e de tudo o que me desconcentra por inteira. Gosto do lápis dançante no papel, de vasculhar os fantasmas para descobrir que são gente. Prefiro compor o que falta no caos e não deixar impune os versos que me impregnaram por sua falta. Gosto do som e de todo tom de sal e espuma. Escolho a retina inundada à falta de sentir. Gosto de ir, só não gosto de me despedir.

 Permaneça aqui.

Falta


Acordei bemol
tudo estava sustenido
Sol fazia
só não fazia sentido.

Paulo Leminski

18 de fevereiro de 2010

Dias...


Às vezes os meus dias são de par em par
 procurando uma agulha num palheiro.

Cazuza

Impulso

"E talvez nem seja preciso coragem. Talvez seja necessário apenas um breve impulso"

17 de fevereiro de 2010

17 de fevereiro

Mãe,
Estou inundada de ti (olhos, mente e sentir...)

Amo-te!

12 de fevereiro de 2010

Alegorias em meu coração

Lancei-me nesse motivo que reune ousadas palavras em movimento.
 Sambas lá fora, serpentina de poema aqui dentro.
 Um lado meu já é carnaval, o outro ainda não.
 Estou re[inventando] e re[criando] novos motivos e alegorias pro meu coração.
Alegorias são alegrias enfeitadas
Tristezas são "nadas"
      Vazios que nos perseguem sem descanço
Hoje quando ela vem, em eu  já nem desço mais do balanço.
Desato as músicas dentro de mim
E deixo o samba vibrar em meu coração
Abraço o carnaval e toco os meus/nossos cheiros no violão.

:D Feliz Carnaval :D

11 de fevereiro de 2010

Chamego

*Cheiros para cada palavra dita, porque ternura não se evita!

6 de fevereiro de 2010

Há pessoas...


Há pessoas que nos roubam... Há pessoas que nos devolvem...
Pe. Fábio de Melo

4 de fevereiro de 2010

Lado a lado

Sente-se ao meu lado e compartilhe... Compartilhe desse café quentinho e desse colo, que até parece um ninho. Compartilhe da sensação, de que você pode ser o seu melhor e o seu pior e isso não fazer a menor diferença... Compartilhe à música que nunca calou e o dengo que nunca mudou. Compartilhe comigo os seus trovões... Compartilhe seus medos e temores, porque isso também é parte dos amores. Compartilhe a conjugação dos melhores verbos... Compartilhe o que só a intimidade proporciona e que por isso, emociona. Compartilhe todos os cheirinhos... Compartilhe à vontade de afagar e também de ficar. Compartilhe os abraços acor[dados]... Compartilhe o seu hoje e tudo que você deseja, mas por favor não deixe de sentar-se à mesa.

* Não deixe o café [e todo resto] esfriar.
A cadeira ao meu lado está vazia, você quer sentar?

3 de fevereiro de 2010

Aqui dentro.

Hoje eu: Andei o silêncio e parei o barulho.

2 de fevereiro de 2010

Reverberando

Hoje, mais uma vez, eu bem-te-ouvi meu beija-flor.

Inefável

" Mesmo que eu  não pudesse mais enxergar, eu reconheceria o toque das suas mãos"

 [...sem palavras...]