15 de novembro de 2010

Em(barco) no Viva a poesia!

Faço a letra
 velejar pela mão
em rodas, ventos ou não.
Desprendo a poesia do poema
 pronto a navegar
porque não fica parada a palavra do meu calar.
Olhos rasos d'água
velejando o sentir a caminho
Milagre que salva
transformando mágoa em vinho.
No relampejo
a memória decifra meus ventos
ancorando as partidas
aos cataventos.



[grata à Talles Azigon
http://tallesazigon.blogspot.com/
 pela iniciativa e convite]

6 comentários soprados.:

Lídia Borges disse...

Que a poesia navegue, navegue sempre no mar do nosso deslumbramento.

L.B.

Poeta del Cielo disse...

que hermosa poesia ... encanta os olhos fica no coracao a emocao de poder asistir tao lindas letras con armonia.... que a poesia navegue sempre....
saludos
otima semana

abracos

Franck disse...

Então, vamos gritar poesia? Que se o amor morrer, a poesia sobreviva!
Bjs*

Talles Azigon disse...

enquanto existe poeta como você a poesia estara viva

Viva a poesia amor viva viva !!!!!

Mari Amorim disse...

Angélica,a poesia está em você
Que Deus te abençoe com bençãos sem medida!
Sejas feliz neste dia e em todos os demais,boas energias!
Abraços,
Mari

Rob Novak disse...

E viva a poesia viva que não cala!

Bjs

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