23 de julho de 2010

Inóspito


Como uma réstia de calor
pouso na escrita
e repouso.

Falta oxigênio
na dor
e falta assunto.

O palpável
que foge
sobrando-me os dedos.

O reboco da memória
cai por terra
impertubável.

E com efeitos
nem um pouco especiais
feneço.

5 comentários soprados.:

Poeta del Cielo disse...

Poema muito sentido cheio de sentimientos ...

Saludos
Otimo fin de semana

Abracos

ALUISIO CAVALCANTE JR disse...

Querida amiga

Hoje estou passando para agradecer
a sua amizade.
Amizade que torna a vida preciosa.
Que enche de cores as minhas palavras.
Que me faz ainda mais feliz,
com o afeto distribuído
a cada visita,
a cada comentário
e a cada palavra escrita
no livro dos meus dias.

Sua amizade me faz melhor.

Ricardo Calmon disse...

Pesquei assumimento seu em blog do Franck,a respeito de te encontrar em campos de girassois,por ele surrupiado nos meus,amaria que vc fosse um girassol em campos meus,please!

bzus girassolicos em mãos suas

viva la vida

Assis Freitas disse...

fenecer nos versos pois a dor aprisona o ar,

beijo

C@urosa disse...

Olá minha cara Angélica Lins, passei para uma visita e adorei seu blog. Achei seu endereço no Eder. Que bela e sensível a sua poesia, espero poder voltar mais vezes.

forte abraço

C@urosa

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