15 de março de 2010

Dia após dia.

Um elo que não se rompe. Uma saudade sedimentada na ausência. Falta que não nunca desaparece, nem diminui, nem acalma, apenas se transforma. Consigo harmonizá-la com o restante do quotidiano, apesar de não conseguir me alforiar dessas vontades diárias. Descobri que não há antídoto para certas procuras. Há pessoas que são peritas em saber fazer falta. Não consigo encomendar esquecimento.

10 comentários soprados.:

cantinho she disse...

Uau! Que bela descrição!
Bjo,bjo! ;)

Leonardo B. disse...

... touché!

um imenso abraço, Amiga de A enorme

Leonardo B.

A Céu disse...

Nossa! faço de suas as minhas palavras nesse momento! E que falta tenho...
Arrasou, tá lindo o post!!!

Beijo enorme!

Felipe A. Carriço disse...

Quem souber onde vende, posta o link aqui. Rs!

Lumena disse...

Perfeito elo.

o maior tesouro está sedimentado no amor e carinho, daí a saudade da ausência.

Abraços Querida Amiga,
Lumena

J.R disse...

"saudade palavra triste quando se perde um grande amor" Ja diziam né?

Thiara Ribeiro disse...

Passei dois dias lendo tdas as coisas maravilhosas q vc escreve!

Encontrei perfeita harmonia e belissimas palavras aqui!

:)

Geraldo de Barros disse...

Que lindo Angélica, adorei!

=)

Beijos, querida!

Marjory disse...

nossaa adoreiii seu bloq...
mtooo lindo esse post
SAUDADE.. dói demais, mas por um lado é bom,
sinal de que a pessoa ou o momento foi maravilhoso em nossa vida....
bjuu

A2 disse...

Ainda sinto aqui em mim essa dandada da
Saudade ... vai ver um dia ela passa...

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"Se tudo passa, talvez você passe por aqui..."