13 de novembro de 2009

Sintonizando


Não é preciso falar agora.
Sinta e perceba.
Não procure à acidez desnecessária das explicações.
Encontre sua frequência e sintonize.
Conceda um dia de folga a sua mente, apenas seu coração trabalha agora.
 Deixe a ansiedade ir com um profundo suspiro.
Tudo está como deve.
O momento virá, sem que precise falar ou correr.
A partitura da alma possui os sons e os silêncios necessários, acredite.
Por agora, ache apenas o seu tom.
Nesse riacho de lágrimas em repouso, escreva.
Flua em pespectivas póeticas.
Sequestre suas sensações do corpo físico e leve-as à alma.
E por favor, não se apresse para o resgate.

16 comentários soprados.:

Marcelo Mayer disse...

sou eu agora quem fico em silêncio

Andrea Mari disse...

eu tambem silencio..hahah lindo!

Katrina disse...

eu jamais me resgataria

Luciana Klopper disse...

"Encontre sua frequência e sintonize." Eu vou!!

Vinicius disse...

Escrever; sempre!

Abraço.

Dil Santos disse...

Oi Angélica, tudo bem ctg?
Adorei, achei super leve, delicado, lindo mesmo.
Parabêns.
Que bom que gostou e obrigado.
Bjo
:)

ALUISIO CAVALCANTE JR disse...

Imagino que o que mais nos impeça de ser feliz de modo pleno, é esta incapacidade de nos encontrarmos com nós mesmos.
De perguntarmos:
Como estamos?
Como sonhamos?
Como amamos?
Que este dom de encontro te acompanhe sempre.
Fica feliz

Gian Fabra disse...

não quero o resgate
=)

Emerson Souza disse...

Vamos lá, vamos tentar.
Bjus e bom findi.

Germano Xavier disse...

Angélica,

muito obrigado pela visita ao meu blog. Que façamos uma boa amizade entre versos e palavras. Meu carinho sincero.

Continuemos...

Jorge Mesquita disse...

Tenho medo de ser quem não sou. Sou uma peculiaridade de migrações instáveis, quando me cubro de fugas inevitáveis e, estáveis, quando me sento no correio do tempo e observo as paisagens, diurnas e nocturnas, dos selos que me enviam para as constelações do meu universo mental. O meu corpo é um poema que ninguém aprendeu a compreender. São versos, apenas versos que passeiam pelas avenidas des ta cidade em que me tornei. Sou tímido nesta cidade que me desconhece, quando amanhece e quando anoitece. Tento ser a luz das esquinas que sou, sem o ser. Neste caminho, caminho sem ser o caminho.
Oeiras, 14/11/2009 - Jorge Brasil Mesquita
www.comboiodotempo.blogspot.com

*** Cris *** disse...

Às vezes, é bom não ter pressa.
Bom domingo!

Natacia Araújo disse...

Cá estou eu, completamente sintonizada com cada linha.
Passei pra agradecer por tua entrada lá no Fluoxetina, hj tem texto meu por lá.

Virei mais vezes aqui, vou fluir bem tranquila no compasso dos teus versos, tenho certeza. rs
Beijos!

Paulo Roberto! disse...

Isso me lembra o verso:
"Ando devagar, porque ja tive pressa..."

Lindissíma postagens,
lindo canto como sempre,
adoro sua presença no meu cantinho também,
estou vindo me desculpar por não ter pego seus mimos ainda, acontece que ando meio sem tempo esses dias, mas...

Venho pegar eles mesmo que atrase!

Beijos linda, adoro você!

Adh2bs disse...

Olá...
Fluiu, passou de leve,
na profundidade de um sentir
que,
quem se atreve?
A resgatar o que não foi,
somente é.
Abç.
Adh

Refúgio da Alma disse...

Lembrei do Conectar, juro!

Escutei até tua voz. Rs

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