21 de novembro de 2009

Salvação


O amor salva à alma
das estátuas sem movimento
Desencadeia taquicardia
e mesmo parecendo diabético demais
Desejamos o doce olhar
um do outro
Para aterrizarmos do jeito que saltamos
[ juntos ].

1 comentários soprados.:

Geraldo de Barros disse...

nossa, Angélica, que poema lindo!

parabéns!

um abraço,
Geraldo.

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